E quando eu
não te condenar
É que eu já
não me importo mais
Mas tu que é
minha vida e paz
Desejo pura
sem sinais
Desejo não
ter que culpar
Embora
tenhas sido audaz
Se o tempo
então voltasse atrás
E os passos
desfazendo o andar
Teria eu
estado lá?
Teria eu
dito ao menos ai?
Seria um
dejà-vú noir?
Iria não ter
forças pra
Sentir bem
menos que hoje? Ah...!
Seria um
deà-vú noir!

Um comentário:
muito lindo o seu poema adorei achei a coisa mais linda do mundo traduz toda a sensibilidade do universo de sentimentos humanos num soneto singelo e esquisito
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