domingo, 8 de junho de 2014

Dejà-vú noir


E quando eu não te condenar
É que eu já não me importo mais
Mas tu que é minha vida e paz
Desejo pura sem sinais

Desejo não ter que culpar
Embora tenhas sido audaz
Se o tempo então voltasse atrás
E os passos desfazendo o andar

Teria eu estado lá?
Teria eu dito ao menos ai?
Seria um dejà-vú noir?

Iria não ter forças pra
Sentir bem menos que hoje? Ah...!
Seria um deà-vú noir!

Um comentário:

Anônimo disse...

muito lindo o seu poema adorei achei a coisa mais linda do mundo traduz toda a sensibilidade do universo de sentimentos humanos num soneto singelo e esquisito